Diretora de “Cinquenta Tons de Cinza” revela arrependimento em ter feito o filme

O filme de “Cinquenta Tons de Cinza” pode ter sido um sucesso em bilheteria, mas a diretora Sam Taylor-Johnson parece não ter ficado satisfeita com o resultado da adaptação. Em entrevista ao The Sunday Times, a cineasta revelou que se arrepende de ter trabalhado no primeira longa da história criada por E.L. James.
Sam Taylor-Johnson, Jamie Dornan, Dakota Johnson e E.L. James na première do filme em Londres, em 2015. (Foto: Getty)
Sam Taylor-Johnson, Jamie Dornan, Dakota Johnson e E.L. James na première do filme em Londres, em 2015. (Foto: Getty)
Como todos devem saber, ela e a autora dos livros tiveram vários desentendimentos nos bastidores, já que E.L. James fez questão de acompanhar as gravações e acabou interferindo no roteiro e na própria direção. Na entrevista, Taylor-Johnson foi questionada sobre experiência de trabalhar com a escritora. “Foi uma luta e houve muitas discussões, comigo tentando deixar [o filme] no lugar certo“, disse.
Ela também contou que se mantém distância da franquia. “Eu nunca mais vou assistir. Eu tenho, literalmente, zero interesse. Pensando no que passei, se eu faria isso de novo? Claro que não. Eu ficaria louca“.
“Cinquenta Tons de Cinza” estreou em fevereiro de 2015 e arrecadou mais de R$ 1,5 bilhão em bilheteria mundial, segundo dados divulgados pela Universal Pictures na época [via Estadão]. Com as desavenças entre a cineasta e a autora, quem assumiu a direção das duas sequências foi James Foley. “Cinquenta Tons Mais Escuros” foi lançado este ano e “Cinquenta Tons de Liberdade”, que já está gravado, chega às telonas em fevereiro de 2018.
Por Messias Bezerra / Via Hugo Gloss

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