Justiça exige correção em vitória de Eurico e cobra comprovantes

Membros da atual diretoria dizem ter como provar a regularidade destes sócios

Justiça exige correção em vitória de Eurico e cobra comprovantes
A juíza Maria Cecília Pinto Gonçalves publicou a primeira determinação em relação à polêmica urna 7 -colocada sub judice na eleição do Vasco em função de suspeitas no cadastro de 691 sócios. De acordo com o despacho, o Vasco tem 48 horas para corrigir a ata da Assembleia Geral, assinada pelo presidente do cargo, Itamar Ribeiro de Carvalho, que declarou Eurico Miranda como vencedor do pleito.
Membros da atual diretoria dizem ter como provar a regularidade destes sócios. Já a oposição aposta que os aliados de Eurico não possuem tais documentos.Além disso, há uma exigência judicial para que o clube apresente os comprovantes de pagamentos de mensalidade dos 474 associados que votaram nesta urna.
No despacho, Maria Cecília ainda lista outras obrigações que devem ser cumpridas em 48 horas, sob pena de busca e apreensão.
A magistrada exige a cópia do caderno de votação da urna 7, a chave do cadeado colocada na urna impugnada, os lançamentos contábeis no livro de caixa do Vasco referentes aos pagamentos de títulos e mensalidades destes sócios e a errata da ata que atribuía vitória a Eurico Miranda e chegou a ser publicada no site oficial do clube.
Maria Cecília reforça que o Vasco descumpriu decisão judicial ao proclamar a vitória do Eurico e que a mesma não é oficial.
Desconsiderando a chamada "urna da discórdia", o candidato Julio Brant obteve mais votos na disputa vascaína da última terça-feira (9).
Nesta sexta, o UOL Esporte levantou diversos indícios de irregularidades na relação de sócios que se associaram no final do ano de 2015 e tiveram que votar em urna separada por decisão judicial. (Folhapress)

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